O maravilhoso Zoo Miami



Localizado a 40 minutos do centro de Miami está um dos zoológicos mais bonitos do mundo. Nada de jaulas ou animais cabisbaixos. Há muito verde, lindas espécies e um dia inteiro de muita diversão garantida.

A beleza do zoológico pode ser notada logo na entrada para os carros. Ao longo do caminho para o estacionamento, o visitante passa por um corredor florido e arborizado. A entrada custa U$15,95 acima de 13 anos, e U$11,95 para os menores. Crianças abaixo dos 2 anos não pagam.

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Há diversas formas de se locomover. Para uma vista aérea, o Monorail permite que o visitante tenha uma vista panorâmica de todo o zôo, fazendo quatro paradas. É uma ótima forma de ver e aprender sobre os animais de uma maneira bem rápida.

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Outra opção é o Asia or Africa Tram Tours. O passeio acontece de hora em hora, e, dentro de um trenzinho que se locomove pelas vias do parque. Os visitantes avistam os animais de uma distancia menor que do monorail.
Mas, sem dúvida, a melhor maneira de se visitar é alugar uma das Safary Cycles. São bicicletas que acomodam até seis adultos e duas crianças. Dessa forma, você tem total liberdade para visitar seus animais favoritos, além de conseguir visitar toda a extensão do zoológico (que é imenso), você aproveita melhor o seu tempo.

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Dentre os mais de 2000 animais – de 500 espécies diferentes – e 1200 tipos diferentes de plantas, algumas atrações se destacam. Uma das mais legais é a Samburu Giraffe Feeding Station: aqui você pode alimentar as girafas, que vem até os visitantes e esticam suas línguas de mais de 7 polegadas para pegar os deliciosos vegetais oferecidos.

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Já o American Bankers Family Aviary, Wings of Asia, apresenta toda a evolução dos dinossauros até se tornarem aves que conhecemos hoje (como acreditam os cientistas). É possível ver e tocar inúmeros fósseis e esqueletos de antigas espécies.
Conta também com um lindo aviário, onde as mais de 300 espécies de aves exóticas voam livremente entre os visitantes. O canto dos pássaros ecoando por todo o local é maravilhoso.

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Outra atração fascinante, e muito instrutiva, é o Amazon & Beyond. Aqui se descobre todos os sons e cores das florestas das Américas Central e Sul. Mais de 600 animais, como os grandes felinos e a anaconda – a maior serpente da terra.

São muitas e muitas atrações, uma mais fascinante e com animais mais incríveis que a outra e o passeio necessita de um dia inteiro. Há inúmeras áreas de descanso, arborizadas e refrescadas por jatos que vaporizam água, muitas lanchonetes e, para os dias mais quentes, muitas fontes. É aconselhável ir com roupas de banho, pois o calor pode ser bem forte, e se refrescar nessas fontes é o ideal.

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Deixe que a natureza te presenteie com um dia inesquecível.

Pacotes: Agaxtur

setembro 2nd, 2010 Estados Unidos 0 Comment

Dez motivos para ir à Basílica de São Pedro



A Basílica de São Pedro, no Vaticano (Itália), recebe diariamente 20 mil pessoas. Em épocas especiais, este número pode aumentar 50 por cento. Todo este movimento tem razão: a construção chama não apenas pela religião, como pela história e arte. Há muito mais do que dez motivos para visitar o lugar. Mas, se quiser um guia pontual do que ver, as nossas dicas são estas:

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1 – Conhecer um dos lugares mais sagrados do catolicismo

Você pode ser ateu. Você pode ter outra religião. Mas o fato de pisar na mais importante basílica do mundo tem um valor que vai além da crença: o histórico. Mais de cem anos para erguer o edifício pensado e adornado por importantes nomes da Renascença, como Michelangelo, Rafael, Giacomo della Porta. Impressione-se com isso, e com o fato de que ela está no mesmo lugar da igreja erguida em 319 por ordem do imperador Constatino sobre o túmulo do apóstolo Pedro.

2 – Emocionar-se com La Pietá

Piedade, em português. Mas não é preciso traduzir. Quando você entra na Basílica de São Pedro já vê do lado direito uma multidão tentando tirar fotos, paradas, atônitas, defronte de uma das mais belas obras de Michelangelo: a Virgem segurando Jesus morto nos braços. Com 174 centímetros de altura, a escultura em mármore impressiona pela perfeição e pela mensagem. É possível, honestamente, voltar para casa sem ver mais nada. A mensagem é comovente. E, para ficar de queixo caído, lembre-se que o autor tinha apenas 23 anos quando fez a obra.

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3 – Entender o “São Longuinho, São Longuinho”

Se achar, dê três pulinhos. Mas se sentir vergonha, ao menos observe a imagem de São Longuinho num dos quatro nichos redondos da basílica. Feita por Gian Lorenzo Bernini entre 1633 e 1639, representa o soldado romano que teria perfurado o corpo de Cristo crucificado e recebido o milagre do sangue respingado em seus olhos: a cura de uma grave doença ocular. Pelo menos da próxima vez que perder as chaves do carro, saberá por que recorrer a ele.

4 – Para ver quem segura as chaves do céu

É para São Pedro que você precisa pedir licença quando chegar ao céu. Então, estando na basílica que leva o seu nome, pare diante da estátua em bronze que representa o apóstolo sentando em seu trono e faça como os peregrinos: beije o pé de quem segura as chaves do paraíso. Afinal, vai saber…

5 – O incrível baldaquino

Quando chegar a esta obra prima, provavelmente já estará impressionado com a quantidade de esculturas, ouro e bronze que viu no caminho. Mas nada se compara ao que Gian Lorenzo Bernini criou para o altar papal: quatro colunas se erguem do mármore em espiral sustentando o peso do baldaquino com um globo e uma cruz. Cerca de 60 mil quilos de bronze.

6 – Ver (ou imaginar) pra crer

Dizem que as quatro pilastras gigantes que sustentam a grande cúpula têm um nicho que guardaria as principais relíquias da Basílica e, quem sabe, de todo o cristianismo: uma teria madeira da cruz; outra o pano com o suor de Jesus na Via Dolorosa; a terceira com a ponta da lança que o feriu na cruz. A quarta, que teria abrigado a suposta cabeça de Santo André, está vazia. Mas se você insiste em fortes emoções, que tal seguir para o subsolo, onde se encontram os túmulos de papas e líderes religiosos? Impressione-se, finalmente, com o túmulo do próprio São Pedro.

7 – Sentir o “astral acolhedor”

Deve ser o mármore rosa, porque uma coisa é certa: a Basílica de São Pedro tem um jeito “assim” simpático e acolhedor, como a maioria das igrejas italianas. Os anjos não são tristes, o teto direito altíssimo favorece a ventilação, as luzes projetadas nas obras refletem coloridas em todo o interior, dando a sensação de pisar nas nuvens. Faz bem.

8 – A Cúpula de São Pedro

Quando você entra na Cidade do Vaticano já consegue ver a cúpula da Basílica de São Pedro, afinal, tem 42 metros de diâmetro e está a 132 metros de altura. Foi projetada por Michelangelo que, infelizmente, não conseguiu terminar sua maior obra: após sua morte Giacomo della Porta deu continuidade ao trabalho com mínimas modificações do desenho original proposto pelo antecessor. De dentro da basílica a graça fica por conta dos detalhes iluminados.

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9 – Comprar uma lembrancinha do Vaticano

É impossível sair do Vaticano ou da Basílica de São Pedro sem ser “tentado” a comprar um terço em uma das muitas lojinhas ao redor da praça. Há opções para todos os gostos – inclusive esculturas e imagens bastante estilizadas, a preços que variam de 1 euro a milhares de euros.

10 – Dar uma esticadinha até os Museus Vaticanos

O mais certo seria dizer: reserve um dia inteiro ou dois dias inteiros, ou a vida inteira (!) para visitar os Museus Vaticanos Mas como vida de viajante pode ser um pouco corrida, você pode simplesmente sair da basílica e seguir para um dos mais impressionantes acervos do mundo. Não pense que irá achar “A Criação de Adão” logo de cara: é preciso realmente percorrer todos os corredores até chegar à incrível, lotada e inesquecível Capela Sistina

FONTE: IG Turismo

setembro 2nd, 2010 Itália 0 Comment

Passeie pelos sabores típicos de Buenos Aires em oito dicas



Se Buenos Aires é o destino certo para quem quer encher as malinhas e sair por aí, é também o roteiro ideal para quem quer “encher a pança”. Não faltam opções saborosíssimas para isso. São vários pontos para se comer doces e salgados sem se arrepender. Milanesas e batatas fritas são quase tão populares quanto nosso arroz e feijão aqui. Em muitos lugares, uma milanesa ou o também tradicional bife de chorizo (um corte do contrafilé) dá para dois. Em alguns restaurantes, não vem acompanhamento, então pode pedir um salada, um purê de batatas ou fritas (papas fritas). Vai, porém, aí um aviso: muitos restaurantes não aceitam cartão de crédito. Então esteja prevenido com dinheiro vivo, para não ter de lavar os pratos depois de se empanturrar.

 

1- Reserve um dia para ir ao Siga La Vaca. Uma das unidades está em Puerto Madero. A um preço único, que varia de 61 a 83 pesos, de acordo com o dia e a hora, você come as entradas e saladas à vontade, assim como todas as variações de carne da parrilla, e ainda tem direito a uma garrafa de vinho, cerveja ou jarra de refrigerante e à sobremesa. Não é à toa que está repleto de brasileiros. Mas fica a dica: nas unidades de San Izidro (onde se pode chegar com o Tren de la Costa ), na Costanera (perto do aeroporto central Aeroparque) e em Pilar (a 50 km de Buenos Aires), os preços variam de 58 a 74 pesos. Crianças de 3 a 9 anos pagam 33 pesos em todas as unidades.

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2- Se você quer um lugar freqüentado quase que exclusivamente por argentinos, vá ao El Globo, na Hipólito Yrigoyen 1.199, a uma quadra da Avenida de Mayo, bem no Centro. A cozinha é espanhola e entre suas especialidades, estão o puchero e a paella. Frutos do mar e trutas são também boas apostas. Em frente está o concorrente El Imparcial, também espanhol e com cardápio parecido. Conta-se que na época de Franco, na Espanha, os republicanos comiam num; os franquistas, noutro. E de vez em quando saia até briga, com arremesso de cadeiras e tudo de uma calçada para outra. Hoje a competição está nos pratos, todos deliciosos.

 

3- Na própria avenida de Mayo, no número 825, está o Café Tortoni, inaugurado em 1858, em outro endereço, mudando-se para o atual em 1880. Com fotos de pessoas ilustres, como Gardel e Borges na parede, e abajures estilo Tiffany espalhados, não dá para passar por Buenos Aires e não visitar o Tortoni, seja para uma xícara de café ou chá, em porcelanas finas e coadores de chá de prata, acompanhados de medialunas, facturas ou empanadas. Ou então para uma taça de vinho ou uma caneca de cerveja. Pode fazer também uma refeição rápida ou apreciar as apresentações de tango, ao preço de 80 pesos por pessoa, sem comida incluída, mas com menu à disposição.

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4- Outro tradicionalíssimo é o Chiquilín, também no Centro, esquina entre as ruas Sarmiento e Montevideo. Bife de chorizo, milanesas, massas caseiras. Tudo muito bem servido. Sim, são pratos grandes e dá para repartir. Alguns brasileiros já descobriram, e os garçons até se arriscam no português. Vale ir lá também para ler a letra do tango “Chiquilín de Bachin”, de Horacio Ferrer e música de Astor Piazzolla, escrita na parede.

 

5- O El Palácio de las Papas Fritas é mais um restaurante tradicional, com cerca de 50 anos. Lembra, como muita coisa na Argentina, os restaurantes franceses. Toalhas brancas, boa carta de vinho e várias opções de prato: saladas, carne, peixes, frutos do mar e massas caseiras (para quem não sabe, raviólis são opções mais do que comuns lá, principalmente com “crema”, um creme de leite leve. Tem quatro unidades, mas as mais tradicionais são na Calle Lavalle 735 e 954, ao lado de várias lojas e cinemas e a poucas quadras da Florida. Tem também na Corrientes 1.612 e, bem mais longe, na Laprida 1.339. Claro, não dá para deixar de pedir suas batatas, como as souflês, estufadinhas e deliciosas.

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6- Seja nas casas específicas ou em alguns restaurantes, não deixe de provar as empanadas. De carne, presunto e queijo, ricota, verdura, frango etc. Fritas ou ao forno, são sensacionais. Os preços variam de 2 a 5 pesos, dependendo do lugar. E se quiser provar mais iguarias típicas argentinas, entre numa padaria (as de lá não vendem de tudo, como as daqui) e peça sanduíche de miga (são três fatias finas de pão de forma sem casca, com recheio a escolher, para levar para casa). Em geral, são vendidos no mínimo seis, que se transformam em 12 porque dá para repartir no meio de forma bem servida.

 

7- E se quiser delícias doces, na mesma padaria, peça facturas: croissants (lá chamados medialunas), churros e outras gostosuras, recheadas de creme de leite, cremes, chocolate.

 

8- Não deixe também deparar numa sorveteria Freddo ou Persicco (são vários endereços, inclusive nos shoppings). Se jogue nos muitos sabores: dulce de leche, granizado (flocos), mascarponne com frutas vermelhas; malbec com frutas vermelhas; e as misturas de dulce de leche (o sorvete) com dulce de leche (o doce mesmo) e rum… Bom, melhor é ir lá e provar. Mas não pense muito na balança, porque ponteiro nenhum vai perdoar.

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FONTE: Terra Turismo

setembro 1st, 2010 Buenos Aires 0 Comment

Passageiros da TAM poderão usar celular e internet em vôo



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Seguindo uma tendência mundial, a TAM/LATAM poderá liberar o uso de celulares em vôo. Em janeiro a empresa já havia sinalizado com a intenção e a ANAC pediu alguns testes. A empresa chilena passou e poderá dar essa comodidade aos passageiros, informou ontem a agência reguladora. E isso pode ser bom. Pode.

Como cada vez mais gente tem notebooks, smartphones ou tablets a bordo, checar e-mails e poder trabalhar no ar parece bom – isso já é permitido em vários países do mundo. Mas o uso ou abuso depende bastante da educação das pessoas. Consigo imaginar claramente em algum vôo da TAM no futuro uma molecada vendo vídeos no Youtube sem fones e executivos na ponte aérea discutindo alto a reunião que acontecerá em meia hora. Isso pode ser potencialmente irritante. Será que haverá uma nova parte naquelas explicações de segurança tipo “etiqueta aérea”?

Em termos práticos, a conexão vai ser feita por um retransmissor no avião (espécie de femtocell) que se conectará a redes por satélite. O sistema da OnAir, criado em conjunto com a Airbus, já é usado em dezenas de companhias aéreas pelo mundo e permite aos telefones a bordo usarem a rede GPRS (2.5G) – nada de 3G – 12 por vez.  A TAM ainda não se pronunciou sobre a disponibilidade de internet por Wi-Fi, possível pelo sistema OnAir desde janeiro.

De todo modo, o aviso antes da decolagem de que os aparelhos precisam ser desligados permanece, já que a conexão à internet e celulares só é permitida a partir dos 3 mil metros de altitude. A ANAC informou que a (LA)TAM foi a única a fazer o pedido e deve testar em 3 aeronaves que fazem vôos domésticos num primeiro momento.

 

FONTE: Gizmodo

agosto 31st, 2010 Geral 0 Comment